Revisitando a TEHP e a Música Contextual
- 23 de mar. de 2015
- 2 min de leitura
Depois de termos feito alguns House Concerts, que foram muito legais de realizar e que nos proporcionaram um maravilhoso feedback, fiquei com uma grande vontade de reunir neste post todas as chamadas dos posts que eu escrevi para o Blog do Espiral Harmônica, para que todas as pessoas que estão começando a entrar em contato com a TEHP (Teoria da Espiral Harmônica Progressiva) e a Música Contextual, possam ter num mesmo lugar, todos os links e uma pequena descrição do que eu penso sobre a teoria e as suas derivações. Além do que, este post pode servir como um complemento de todas as conversas que tivemos durante os House Concerts.
Então, boa leitura!
A Teoria da Espiral Harmônica Progressiva, TEHP, propõe uma mudança de paradigma na abordagem musical e composicional dentro da música ocidental. Esta proposta está em sintonia com as teorias científicas apresentadas a partir da segunda metade do séc. XX.
Para estarmos sintonizados com a música contextual não basta afinarmos os instrumentos, mas devemos estar afinados e harmonizados com o tempo musical.
A viola é um instrumento que foi criado dentro de um contexto de afinações justas medieval/renascentista, e portanto é um instrumento que conversa com a TEHP, mesmo no sentido simbólico.
Na Música Contextual o Destino está escrito, mas por ser Contexto, temos a livre escolha para compor a nossa música. Mas sempre dentro do Contexto!
Os nossos sentidos são menos de percepção da realidade e mais como filtros da realidade. São como que janelas abertas para pequenos espectros de toda a realidade, ou seja, a realidade é percebida, ou melhor, filtrada de maneiras diferentes de acordo com o orgão do sentido utilizado.
O que é interessante na TEHP - Teoria da Espiral Harmônica Progressiva - e consequentemente na Música Contextual é que o termo Harmonia, com H maiúsculo, é a base real onde se dão todas as escolhas artísticas.
Quando digo que as relações se dão entre todos os parâmetros musicais e as cores (e isto é só o começo, rsrsrs!) é porque sustento que a questão energética, ondulatória, dependendo da sua manifestação, a percebemos por sentidos diferentes, e por conta disso damos nomes diferentes às percepções, mas que na realidade estamos sempre lidando com o mesmo fenômeno, ou seja, energia.
A Música Contextual está além do sonoro!
Na Música Contextual, a partir da Espiral Harmônica Progressiva, o que são fixos são as relações que foram relevadas no Contexto-Momento. Todos os outros parâmetros são efêmeros e mutáveis, que podem mudar de uma música para outra: os Contextos-Manifestos, as formas, os ritmos, as notas (escalas, afinações, etc), os timbres, as cores, etc...







































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